O mês de janeiro é o período em que grande parte das pessoas pode aproveitar alguns dias de folga e recarregar as energias, e não há jeito melhor de começar o ano como lendo um bom livro. Aqui, 5 sugestões de leituras leves e muito gostosas:

A última carta de amor:

Nessa história, a jornalista Ellie Haworth descobre antigas cartas de amor que estavam esquecidas nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido (em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado) Ellie começa a procurar por “B”, o autor das cartas.

Em seguida, o livros nos transporta para os anos 60, período em que as cartas foram escritas e encontradas por Jennifer Stirling, que após um acidente de carro não consegue se lembrar de nada sobre sua própria vida.

De volta a casa com o marido, ela tenta, em vão, recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas em suas coisas.

O romance é escrito por Jojo Moyes, conhecida pelo sucesso “Como eu era antes de você”.

O segredo do meu marido:

Imagine que seu marido tenha lhe escrito uma carta para ser aberta apenas depois que ele morresse. Imagine também que essa carta revela o pior e o mais profundo segredo dele – algo com o potencial de destruir não apenas a vida que vocês construíram juntos, mas também a de outras pessoas.

Imagine, então, que você esbarra nessa carta enquanto seu marido ainda está bem vivo…

Cecilia Fitzpatrick tem tudo. É bem-sucedida no trabalho, um pilar de sua pequena comunidade, uma esposa e mãe devotada. Sua vida é tão organizada quanto sua casa. Mas uma carta vai mudar tudo, e não apenas para ela: Rachel e Tess mal conhecem Cecilia – ou uma à outra – mas também estão prestes a sentir as repercussões do segredo do marido dela.

Emocionante, este é um livro que nos convida a refletir até onde conhecemos nossos companheiros, e, em última instância, a nós mesmos.

Nu, de botas:

Antonio Prata revisita as passagens mais marcantes de sua infância neste livro. As memórias são iluminações sobre os primeiros anos de vida do autor, narradas com a precisão e o humor a que seus milhares de leitores já se habituaram na Folha de S.Paulo, jornal em que Prata escreve semanalmente desde 2010.

As primeiras lembranças no quintal de casa, os amigos da vila, as férias na praia, o divórcio dos pais, o cometa Halley, Bozo e os desenhos animados da tevê, a primeira paixão, o sexo descoberto nas revistas pornográficas – toda a educação sentimental de um paulistano de classe média nascido nos anos 1970 aparece em Nu, de botas.

O que chama a atenção, contudo, é a peculiaridade do olhar. Os textos não são memórias do adulto que olha para trás e revê sua trajetória com nostalgia ou distanciamento. Ao contrário, o autor retrocede ao ponto de vista da criança, que se espanta com o mundo e a ele confere um sentido muito particular – cômico, misterioso, lírico, encantado.

Vocação para o mal:

Quando um pacote contendo a perna decepada de uma mulher é entregue a Robin Ellacott, seu chefe, o detetive particular Cormoran Strike, suspeita de quatro pessoas de seu passado que poderiam ser capazes de tamanha brutalidade.

Mas quando a polícia foca no suspeito que Strike tem cada vez mais certeza de que não é o criminoso, ele e Robin precisam correr contra o tempo para descobrir a verdade.

Depois de O chamado do Cuco e O bicho-da-seda, o terceiro romance da aclamada série escrita por Robert Galbraith, pseudônimo de J. K. Rowling, é um suspense inteligente, com reviravoltas inesperadas a cada página, e também a emocionante história de um homem e de uma mulher numa encruzilhada em suas vidas pessoais e profissionais.

O filho de mil homens:

Quinto romance do escritor Valter Hugo Mãe no Brasil, o livro, que tem uma escrita extremamente poética, reflete sobre o prazer do amor incondicional, que o ser humano parece buscar para preencher o que lhe falta.

Pescador que vive em um vilarejo litorâneo, Crisóstomo, ao chegar aos 40 anos, sofre com o fato de não ter tido um filho e sai em sua busca. Desejava um herdeiro que pudesse, além de lhe aplacar a solidão, ser testemunha do que ele próprio se tornou, com as alegrias e tristezas de sua trajetória.

Aproveite o verão e mergulhe nos livros!

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